Orgulho de ser Artesã – 20 Histórias Inspiradoras

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Fev 17
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Inspiração

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Inspirar, criar e costurar! Ser artesã é ter orgulho de se aventurar todo dia para criar cada detalhe com muito amor! Confira 20 histórias de artesãs inspiradoras! <3

 

Penélope Charmosa

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“Quando pequena, ficava ao lado da minha vó que era costureira, vendo ela fazer peças lindas. E com os retalhos que sobravam, eu fazia roupinhas pras minhas bonecas. Lembro de um casaco feito com tecido desses de carnaval, todo peludo e com a gola e mangas peludinhas de outra cor. Quando ela partiu, me deixou a Singer que ela tanto amava. Tempos depois descobri meu gosto pelo ponto cruz, daí meu amor pelo artesanato e principalmente pela costura. Pela necessidade e prazer que tinha em costurar, ganhei do meu marido uma máquina nova. Hoje faço necessaires, bolsas, bonecas e tudo o que a minha imaginação mandar. Adoro meu trabalho. Faço com capricho como se cada peça fosse pra mim”.

Elisete Kriks

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“Sou de Guarapuava, PR. Lembro que quando criança minha mãe tinha uma máquina Singer manual, queria costurar nela e minha mãe não deixava, anos depois meu pai comprou uma máquina nova pra ela de pedal, aí ela me deixou usar a máquina manual, fazia roupas para as bonecas da vizinha. Mais a nova máquina me chamou atenção, queria costurar nela também,minha mãe me dizia que eu era muito pequena . NÃO me dei por vencida,minha tia, irmã de minha mãe morava na esquina de casa, ela era costureira,foi com ela que aprendi a costurar na mão e cortar as roupinhas de boneca, fui reclamar pra ela que minha mãe não queria deixar eu costurar na máquina nova, porque eu era pequena e não costurar, ela me ensinou como pedalar . Realmente se eu sentasse uma cadeira não alcançaria para pedalar, eu tinha que ficar em pé. Após alguns dias já estava bem treinada. Novamente pedi para minha mãe que eu queria costurar é ela me disse que não adiantava porque eu não viria conseguir, depois de muito insistir e falar q já sabia,ela me deu uma chance, quando viu que eu já estava sabendo me deu uma condição, que só poderia costurar na máquina nova se aceitasse remendar as calças do meu pai que trabalhava em uma fazenda, aceite sem pensar. Minha mãe me ensinou a bordar, fazer tricô e crochê, mais prefiro mais a costura ou artesanato no feltro ou Eva. Hoje não tenho nem minha mãe e nem minha tia junto, mais levarei para sempre os ensinamentos delas, de nunca desistir, que sou capaz de fazer o que pedem. Hoje um dos meus sonhos é conseguir montar meu ateliê, sei que não vai ser fácil, pois sou professora municipal,meu salário não é os dos melhores. Mais não perco as esperanças de poder ter meu ateliê”.

Cátia Regina Camilo

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“O artesanato apareceu de forma natural, sempre fui muito curiosa e isso me fazia querer aprender mais e mais!! Sempre fiz trabalhos feltro, mas nunca havia usado máquina. Então conheci as Tildas e me apaixonei!! E através de vídeo aulas, aprendi a usar a velha Singer Pret a Porter da minha mãe e pronto, foi um passo gigantesco, hoje tenho um ateliê online e faço diversos trabalhos, mas principalmente o mundo Tilda!!”

Maria Aparecida Buré

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“Sempre amei bordado e bordar também, cresci vendo minha mãe costurar e com sobras de tecidos fazer trabalhos lindos que vendia para suas clientes, a admirava muito porque eram trabalhos delicados e ela fazia cheia de prazer. Me casei e não trabalhava fora, então resolvi fazer trabalhos bordados para me distrair e passar o tempo é passei a vender para as amigas, e assim fiz muita freguesia e hoje trabalho e ainda continuo com meus bordados porque recebo muitas encomendas. Sou muito feliz com o que faço porque alegra as mesas de pessoas que fazem parte da minha vida”.

Karla Iredes Barbosa

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“Então vamos lá, sempre fui artesã, na verdade professora de pintura. Mais há 10 anos minha sogra faleceu e eu acabei ficando com a sua máquina ,e aí comecei a costurar e logo já comecei a dar aulas de costura criativa. Aí um certo dia resolvi enviar umas fotos dos meus trabalhos pra revista Make que acabou sendo colocadas na revista. Foi um dia muito especial sim o meu trabalho sendo reconhecido.
A Círculo acabou vendo a publicação e gostou muito do meu trabalho. E para resumir hoje trabalho no Brasil inteiro dando aulas em parceria da Círculo. E também levando minhas aulas para TV. Está é a minha história com a minha Facilita que uso até hoje. Muita companheira ❤.

Marli Bridi

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“Eu curei uma depressão grave fazendo pijaminhas para o hospital infantil de minha cidade ganhava retalhos e como consegui os moldes fazia e doava ao hospital no início queria combinar os tecidos aí a moça do hospital falou que poderia fazer de qualquer cor pois era feito um processo de esterilização na qual ficava tudo branco aí eu viajava montando as peças calças e blusinhas para caber nos moldes foi a coisa mais linda e gratificante que fiz em minha vida ver as crianças vestidas com as peças que eu fiz com amor e sem contar que me curei também tenho muito orgulho de contar esta história mas fiz caridade sem pensar em recompensa e olha a recompensa que tive. Faça o bem sem olhar a quem… Minha filosofia de vida.”

Eliana Morais

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“Minha mãe sempre costurou desde menina aprendeu com minha avó, eu sempre ficava olhando seus lindos trabalhos, mais achava que não conseguiria manusear a máquina. Com o passar dos anos minha vozinha veio a falecer a deixou uma máquina da Singer costumo chamar de pretinha, e eu pedi a minha mãe pra me ensinar. E fui aprendendo a manusear a máquina, até que hoje eu sou a mulher mais feliz mundo, já costuro sozinha e faço lindos trabalhos.”

Elisabete Betina

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“O artesanato sempre esteve na minha vida. Só que o deixei de lado, pois precisava de algo concreto. Agora, depois de uma certo tempo, ele me socorreu em dois sentidos. Entrei em uma depressão e estava desempregada. Comecei para me distrair, fazia uma coisa aqui e ali. Vi que precisava de mais. Aí ganhei uma nova máquina e procurei novas estradas. É como se o artesanato fosse meu psicólogo.
Quando estou cortando algo, estou mudando algo em mim, melhorando.

Maristela Brandão Brandão

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“Desde pequena fui incentivada à prática do artesanato. Minha mãe tem até hoje, a “pretinha” da Singer e foi ali que iniciei minhas primeiras pedaladas na costura. Não sou costureira mas sou curiosa e me atiro nas linhas, agulhas, tecidos e feltros.
Sou APAIXONADA por bonecas e por conta de uma inquilina desagradável “fibromialgia”, por ter me aposentado, ganhei uma Singer Brilliance e comecei “artesanar”.
Ainda estou aprendendo e tenho muito a aprender e minha Singer minha fiel companheira, me ajuda muito.
Minha felicidade hoje é ver o sorriso e o encantamento de um(a) cliente ao receber a encomenda.”

Solange SãoPedro

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“Cresci vendo minha mãe costurar e bordar e com isso fui aprendendo de tudo um pouco e ela também quando podia comprava material pra minhas obras de iniciantes e com isso hoje sou artesã dou aula em uma comunidade e me realizo como pessoa e até hoje tenho as máquinas sinceramente facilita e ziguezague que herdei da minha mãezinha!
Amo o que faço!!!”

Rejane Silva

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“Quando tinha 9 anos me apaixonei por costura, visitava uma amiga de minha mãe que era a melhor costureira da cidade, me ofereci para ajuda- lá em qualquer coisa, só pra ficar perto dela observando as roupas lindas que ela produzia, amava fazer isso, tinha sede de aprender a fazer o que ela fazia com mestria. Nessa época comecei a fazer roupas para minhas bonecas, e adorava isso. Com o passar dos anos, comecei a me aventurar a fazer roupas para mim numa antiga Singer de minha mãe, deu certo! Comprei Singer para mim, e nunca mais parei.
Hoje tenho um atelier de costura onde confeccionou lindas roupas e muitos artesanatos. Conto com duas máquinas Singer, uma overloque e uma reta que são minhas paixões. Nunca fiz cursos de costura, mas de alguma maneira domino a arte da costura.
Hoje rendo minhas homenagens à Dona Solmi que já está com a eternidade e à Singer por terem me proporciona muitas alegrias como Costureira e Artesã.”

Carolina Marion Pesinato

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“Sabe a história de pai pra filho… meu avô alfaiate, minha mãe costureira de noivas e madrinha, e eu herdei suas Singer. Olhei, fiquei curiosa, aprendi a lidar com elas.
As primeiras peças foram saindo do meu imaginário e se materializaram através das máquinas. Me apaixonei e até hoje sou fiel a este amor. Costurar peças criativas, presentear e vender. 
AMO!”

Vanda Farias

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“Acho que meu caso com tufo que sei fazer é meio inusitado, até enquanto minha mãe era viva eu nunca quis muito negócio com costura nem com Artesanato. Depois que ela morreu eu passei a me interessar por costura pra poder manter-la na minha lembrança e não entrar em depressão, hoje em dia tudo que ela sabia fazer passou pra mim é até ganho dinheiro com isso.
Fiz uma página pra homenagear minha mãe que foi por ela que tudo começou.”

Márcia Regina Bozelli

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“Parei de trabalhar porque minha mãe estava com Alzheimer, mas em um ano ela faleceu e eu fiquei sem chão. Resolvi que estava na ora de fazer o que gostava, costurar, ainda muito jovem já fazia as roupinhas de minhas bonecas. Então resolvi aprender patchwork, e me descobri, comecei a fazer peças e vender tudo, o que me ajudava a pagar as aulas, minhas amigas queriam que eu ensinasse e comecei a ensinar o que havia aprendido também. Mas há dois anos tive um problema de visão, pois só enxergo de um olho e tive uma hemorragia no outro e fiquei sem enxergar, tinha tanto medo de não me recuperar, pois o que me fazia feliz era costurar, fiz o tratamento todo e a visão voltou só que com muitas manchas que me atrapalham. Mas todo dia quando me deito agradeço a Deus por continuar podendo ver trabalhos lindos e a continuar costurando. Só o que quero é ver as belezas do artesanato.”

Cirsa Figueiredo

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“Eu fiz o curso de corte e costura aos 14 anos, mas só costurava pra mim rsrs, depois me casei aos 18 anos, nasceram meus 3 filhos e resolvi começar. Costurar pra ter uma renda extra e ajudar meu esposo , e nunca mais parei . Fazem 35 anos que costuro , hoje tenho uma loja costuro com meu tecido , e faço todos os tipos de concerto, amo o que faço é gratificante ver uma cliente feliz.
Minha primeira máquina era uma Singer com pé de ferro ❤.

Mônica Oliveira Roma

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“Ué, não dizem que toda história tem um começo, um meio e um fim? Essa que contarei não tem final ainda, que bom! Melhor pra gente!
Cresci pendurada na barra da saia da vovó Terezinha e, ela sempre travessa e criativa, manuseava sua “Singer Bobina Mágica”, cheia de disquinhos para os bordados mais impressionantes. Pra mim, aquilo era pura magia e encantamento. Gostava mais do bordado de patinho. E mais ainda, quando ela os bordava de vermelho. Todas as minhas roupas, as das minhas bonecas, os panos de prato, as cortinas tinham um toque especial, feito por ela na Singer e, por mim, enquanto embramava linhas e derrubava o estojinho com os disquinhos. E, tão breve sua obra era concluída, eu perguntava toda faceira: “- Vovó, eu posso costurar agora?” E ela, sorria…como se já esperasse por aquele pedido, e respondia: “- Tá bom, você aperta o pedal quando eu pedir…” (e me colocava no colo.)
Lá no fundo, eu sabia, que um dia ela me deixaria costurar sozinha…
O tempo passou…Eu cresci…E minha avó está no céu, bordada em formato de estrela, tenho certeza. E, quando trouxe a “Singer Bobina Mágica” para minha casa, abri lentamente seu gabinete, como quem abre um baú do tesouro e, nesse instante a pequena Elisa, minha filha, perguntou-me: “- Mamãe, eu posso “custurá”? E eu sorri…como quem vive um dejavu…
Com a intenção de manter a chama dessa magia “costurística” acesa e acessível, criei o “Ateliê Miudezas”  com aulas de costura EXCLUSIVAMENTE para crianças. E, há quase 4 anos já são 50 garotas talentosas que aprenderam e levarão essa arte às futuras gerações.
Ah! E aquela “Singer Bobina Mágica” da minha avó virou uma relíquia muito especial no Ateliê.”

Sandra Araujo

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“Eu comecei fazendo biscuit, o que me agradou muito, ganhava dinheiro mais sempre presenteava alguém. Minha mãe costumava até de madrugada numa máquina velhinha mais que dava conta Kkk (Singer). Depois de muito tempo de uso ela foi encostada, estava sem sem o motor e devido a quantidade de pedidos ela foi substitui por outra Singer mais nova. Achava lindo bonecas de pano, daí pedi a máquina velha da minha mãe, comprei o motor e comecei a fazer bonecas. A primeira ficou horrível, Não tinha quem me ensinasse , mais persisti hoje faço lindas bonecas, jogos de banheiro e cozinha, na mesma máquina onde minha mãe costurava até de madrugada pra não deixar faltar nada.
Hoje participo de feiras e até dou aulas. Mas tudo aprendi sozinha, tenho isso como dom de Deus. E amo ensinar.”

Marinês Dutra Miranda

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“Não digo que sou Costureira, sim artesã, no começo foi por necessidade, pois tenho uma filha que é especial não pude trabalhar fora de casa, então comecei à bordar panos de prato, paguei primeira máquina com as vendas dos meus trabalhos, nunca imaginei que poderia ser uma costureira artesã, agora trabalho por amor.
Sou Aprendiz nessa jornada!”

Maria Izabel Rubio Prosdocimi

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“Cresci em meio a tecidos, linhas e agulhas. Minha mãe, viva e atuante até hoje, foi uma grande modista em nossa pequena cidade, Chavantes. Aprendi a desenhar rabiscando figurinos e nunca mais parei de fazer arte. Adolescente rebelde, já sabia fazer crochê, bordar, chulear e fazer barras, fazer casas de pano e caseadas. Mas escolhi criar roupas para as clientes de Mamis, cenários para os clubes da região e pequenos bordados e trabalhos escolares. Já formada em Artes Plásticas, voltei às raízes, como estilista e modelista. Em minha jornada estive estilista, modelista, paisagista, chef de cozinha mas agora pude entender que tudo o que procurava para dar sossego à minha enorme curiosidade é o trabalho minucioso com costura( temos três máquinas de costura, duas bem velhinhas e muito boas), a criação e manufatura de artesanato diferenciado.
Procuro novas e velhas maneiras de fazer arte e design para distribuir alegria e satisfação às pessoas! A cada dia, novos desafios, novos amigos e novos aprendizados!”

Lia Munck

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“Sou artesã, hoje meu maior foco é o patchwork, mas já transito por outras áreas a muito tempo.
Com minha mãe aprendi ainda pequena a tricotar , costurar, biscuit, papel marche. Até ter a consciência e o prazer da criação.
Já participei de trabalhos em Atelier de Cenografia, para TV, cinema e teatro. Sempre como complemento a renda familiar.
Com muita alegria de poder trabalhar e vender minhas criações.

A Singer parabeniza e agradece todas as artesãs por sempre compartilharem conosco tantas histórias inspiradoras! ♥

 

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